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Retinopatia da Prematuridade

Como é o tratamento

No Estádio 3, com extensão de 5 horas contínuas ou 8 horas (ou mais) descontínuas, são indicados a crioterapia ou o laser.

Crioterapia - É um tratamento feito com aparelho especialmente desenvolvido para estes fins, onde é usada uma “caneta” com gelo seco na ponta, aplicado na parte externa da esclera. Este procedimento, por motivos ainda em estudo, estaciona a progressão da doença. É mais utilizado quando a lesão é mais externa (Zona 3).

Laser - Nas Zonas mais internas (2 e 1), o uso de laser, que tem o mesmo efeito da crioterapia, pode ser mais indicado. Neste caso o laser é aplicado dentro do olho e não através da esclera, como ocorre na crioterapia. Por isso é mais fácil chegar nas Zonas mais internas. Os dois tratamentos resolvem bem, o mais importante é identificar, em tempo hábil, a criança que necessita de tratamento.

Nos Estádios 4 e 5 é indicada a retinopexia
A retinopexia é uma cirurgia delicada de recolocação da retina descolada no leito original. Mesmo com a melhor técnica e com todo o esmero do oftalmologista especialista em cirurgias de retina, o prognóstico visual da criança fica gravemente comprometido.

Estas crianças devem ser encaminhadas logo para o setor de baixa visão ou visão subnormal, para que iniciem a estimulação visual precoce. Os familiares devem estar atentos a todos os retornos solicitados para mapeamentos e observação do grau, pois a miopia normalmente é alta. Existe também a necessidade de retirar a faixa que o retinólogo utilizou para aproximar a retina do seu leito original. A retinopexia não garante a possibilidade de ocorrer um novo descolamento.

Nos Estádios 1 e 2 ou em prematuros sem estagiamento, o acompanhamento do oftalmologista é muito importante
Os familiares devem estar atentos aos retornos que o oftalmologista solicita. Estes prematuros podem desenvolver graus às vezes altos, necessitando de óculos. Também podem desenvolver estrabismo e o tratamento iniciado em tempo evita problemas como a ambliopia.


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