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Visão Subnormal

Tratamento: a importância da integração dos especialistas

Existe uma tendência de considerar como cega toda a pessoa que possui uma acentuada limitação visual. Isso normalmente ocorre porque, para muitos, ser cego é mais cômodo, exige menos esforço. No entanto, a visão subnormal tem tratamento e o acompanhamento, quando realizado por profissionais competentes, pode ajudar o paciente a desenvolver eficientemente esta visão residual, ampliando suas possibilidades de integração social e intelectual, bem como a sua própria liberdade de ser e agir.

Na criança, a detecção da doença e a intervenção com um acompanhamento integrado é ainda mais importante, pois o estímulo visual está intimamente ligado ao seu desenvolvimento motor. É muito importante detectar a deficiência o mais cedo possível, realizando a intervenção precoce para não acarretar deficits futuros para a criança.

Nos nossos serviços, o trabalho de auxílio à visão subnormal é realizado por uma equipe multidisciplinar de especialistas de nível superior composta por oftalmopediatra, ortoptista, terapeuta ocupacional e psicólogos. Estes especialistas atuam em conjunto e acompanham todo o desenvolvimento do paciente, encaminhando-o conforme suas necessidades particulares.

As necessidades e dificuldades variam de pessoa para pessoa. Portanto, é fundamental que o paciente conheça exatamente os limites causados por sua doença, assim como as funções dos auxílios ópticos, para que obtenha o melhor resultado.


O papel do oftalmologista
O oftalmologista é o primeiro especialista a examinar a criança. É ele quem reconhece o tipo de doença apresentado, avalia se não existe nenhum outro recurso para recuperar a visão (cirurgia, grau, laser e outros). Confirmado o diagnóstico, a criança é encaminhada ao Setor de Visão Subnormal do Hospital de Olhos Sadalla Amin Ghanem.

O papel do ortoptista
O ortoptista é o especialista que testa e adapta os Auxílios Ópticos mais indicados ao paciente, conforme sua patologia e necessidades. Nesta adaptação é feito um treinamento monitorado. Este treinamento é repetido até que o paciente se sinta seguro em manipular os auxílios ópticos.

O papel do terapeuta ocupacional
O trabalho do terapeuta ocupacional visa estimular a criança (ou adulto) a utilizar ao máximo sua visão residual, facilitando o desempenho e a integração em seu meio social (família, escola e outros).

O terapeuta ocupacional especializado em deficiência visual desenvolve um trabalho de reabilitação visual realizando as seguintes ações:
-avaliação do desenvolvimento visual, motor, cognitivo, linguagem, cuidados próprios;
-estimulação visual precoce;
-treinamento de auxílios ópticos para atividades da vida diária;

O papel do psicólogo
O acompanhamento é realizado por especialistas em pessoas com necessidades especiais e em terapia familiar. O trabalho tem como funções:
-prevenção: palestras e atendimento à família e a grupos de famílias;
-intervenção na crise: atendimento emergencial a pacientes e familiares;
-trabalho global: prioriza a dinâmica familiar mais do que individual;
-terapêutica: individual ou em grupo;
-integrado: em parceria com a terapêutica médica.


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substituir a consulta ou tratamento oftalmológico
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